sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Flor Lunar

A consciência grita no peito. 

O amor ali parece tão flores,
Mesmo com o velho rosto.
Apesar destas infinitas dores,
As noites são já belas.

Lua, alumia este moço,
Dê vida dele ao ardor.
Passos na estrada amarela,
Esqueçam amor e dor.

Reverbera na cabeça.

Esta carta que se basta,
Na ínfima caixa do céu.
Minha a de ser esta casta,
Que nunca amada foi.

Antes de ir ao beleléu,
Amor, dedos, dados joelhos.
Nunca esqueci do primeiro oi,
Dos esmaltes vermelhos.

Ditos sentimentos meus.

2 comentários:

Lele Friolle disse...

uiuiui
q lindo Low! é até difícil de comentar...

luenaya disse...

Lindo.
Só isso.