quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Dela

Na vida, existem fatos que ocorrem de formas tão inexplicáveis, que se tornam óbvias, como se fizessem parte de algum plano absurdo e perfeito do destino...

Uma esquina. Dois extremos

Uma espera sem fim, quase sem fim. Em um intervalo inesperado, na sua vida de passos e pressa, finalmente ele apareceu...

24 horas... que pareceram se alongar propositalmente, para lhes dar tempo: tarde, noite, a madrugada quase infinda e um amanhecer com um outro sol, outro calor

Cigarros, discos, versos. Onde ela resgatou na memória, coisas que ela julgava ter se esquecido. O que ela estava pra viver, ela julgara possível só nos seus escritos.

Então era isso que ela esperava! Ela sabia que ele a encontraria, ela só precisava estar à amostra, por alguma das suas ruas, calçadas ou esquinas ele a veria, e então tudo seria diferente...

Te amo. Preciso de ti e de toda a tua paciência, tranqüilidade e essas tuas manias que me lembram a mim mesma em outros tempos, um lado meu que é bem melhor que esse do caos e da pressa, o lado que me fez andar desesperadamente, na esperança que me visses passar pelas ruas, calçadas, livrarias e botequins. Agora estás aqui, finda a minha espera, não preciso mais ter pressa... não sou mais escrava do tempo, meu tempo agora é teu... e que o faças eterno, sempre que estiveres comigo.”

Um comentário:

Carolina Matos disse...

Bem, eu postei isso hoje... e vinha toda contente pra te mostrar... e quando eu vejo... Olha só o que está a figurar aqui no seu blog caro companheiro de escritos!

Hehehehehehehehehe